CHAOSOPHY. Who Are These People And What Do They Believe In? València: LIQUEN RECORDS. DL: V-3437-2017 — LRCD006. PVP: 15€




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CHAOSOPHY is a free improvisation ensemble composed by the musicians El Pricto, Josep Lluís Galiana and Avelino Saavedra. All of them have spent decades on the national and international scene of free improvisation, avant-garde jazz and sound experimentation. After more than five years acting and collaborating together, they have decided to publish their first album.

WHO ARE THESE PEOPLE AND WHAT DO THEY BELIEVE IN? were made on December 5th 2017 at the Shark Estudios, Paterna, València, Spain. Recorded by Julio Valdeolmillos. Mixed by Avelino Saavedra and El Pricto. Mastered by Avelino Saavedra. Produced by Josep Lluís Galiana.

  • With the support ofIn collaboration with
  • and
  • All music composed by

EL PRICTO (alto saxophone and Rhodes electric piano)

JOSEP LLUÍS GALIANA (tenor and soprano saxophones)

AVELINO SAAVEDRA (drums, coyote call on track 1)

The music of CHAOSOPHY is absolutely energetic and very vigorous. Your music moves blood and viscera. The powerful dialogue between the saxophones of Galiana and El Pricto connects with the strength of Saavedra’s drums. WHO ARE THESE PEOPLE AND WHAT DO THEY BELIEVE IN? is a recording full of emotions and pulsions, where these three improvisers show their musical background with great generosity, all their influences: from contemporary music to free-jazz, through sound experimentation and the influence of ethnic music.

Listen!!!
  1. Eristocracy
  2. The Myth Of The Nipples
  3. If You Can’t Be Right At Least Be Loud
  4. The Only TRUTH In The Multiverse Is That SHIT HAPPENS
  5. It Is Their Firm Belief That It Is A Mistake To Hold Firm Beliefs

CHAOSOPHY és un ensemble d’improvisació lliure integrat pels músics El Pricto, Josep Lluís Galiana i Avelino Saavedra. Tots ells porten dècades a l’escena nacional i internacional de la improvisació lliure, l’avant-garde jazz i l’experimentació sonora. Després de més de cinc anys actuant i col·laborant junts, han decidit publicar el seu primer treball discogràfic. WHO ARE THESE PEOPLE AND WHAT DO THEY BELIEVE IN? fou gravat el 5 de desembre de 2017 als Shark Estudios, Paterna, València, Spain, per Julio Valdeolmillos. Mesclat per Avelino Saavedra i El Pricto, i masteritzat per Avelino Saavedra. Produït per Josep Lluís Galiana.

La música de CHAOSOPHY és absolutament energètica i molt vigorosa. La música d’aquest grup mou sang i vísceres. El potent diàleg entre els saxofons de Galiana i El Pricto connecta amb la força i la contundència de la bateria de Saavedra. WHO ARE THESE PEOPLE AND WHAT DO THEY BELIEVE IN? és un disc ple d’emocions i pulsions, on aquests tres improvisadors mostren amb gran generositat tot el seu bagatge musical, totes les seues influències: des de la música contemporània al free-jazz, passant per l’experimentació sonora i la influència de músiques ètniques.

Els títols de les obres són:

  1. Eristocracy
  2. The Myth Of The Nipples
  3. If You Can’t Be Right At Least Be Loud
  4. The Only TRUTH In The Multiverse Is That SHIT HAPPENS
  5. It Is Their Firm Belief That It Is A Mistake To Hold Firm Beliefs
  • Tota la música està composada per

EL PRICTO (saxofon alt i piano elèctric Rhodes)

JOSEP LLUÍS GALIANA (saxofons tenor i soprano)

AVELINO SAAVEDRA (bateria, reclam de coiot en track 1)

CHAOSOPHY va protagonitzar al Clasijazz d’Almeria el 26 de maig de 2017 un concert memorable, d’on va sorgir l’idea d’aquest album. En aquest enllaç es pot veure un resum de l’esmentat concert:

Tot al llarg d’una dècada, El Pricto, Galiana i Saavedra han col·laborat en nombrosos projectes, concerts, gravacions i workshops en Espanya i altres països europeus. D’aquesta estreta relació artística, aquests músics han participat conjuntament en festivals i cicles propis com el LEM Gràcia Territori Sonor, Sound In / Feria Estampa 2013 (Matadero-Madrid), Cicle de concerts a Pluton.cc (València), Sessions d’Improvisació a l’Octubre Centre de Cultura Contemporània (València), Eufònic, Anem Anem, Cicle al Soda Acústic (Barcelona)…

PRESS

HDO 367. Al habla con… Josep Lluis Galiana [Podcast]

“Chaosophy es un salto cualitativo y uno de los proyectos más ambiciosos del sello Liquen Records. Un disco incontestable, directol y arrollador, lleno de energía, aunque son capaces de ser muy muy sutiles en algunos pasajes. En definitiva, una apuesta muy ambiciosa, un disco muy serio, sin duda, de lo mejor que escucharemos en la libre improvisación durante este año.” (Sergio Cabanillas, Universos Paralelos)

“Un trío de gigantes de la improvisación con una grandísima capacidad para sorprender.” (Sergio Cabanillas, Universos Paralelos)

Pedro Menchaca, Vericuetos/Radio Kras

Bad Music Jazz (www.badmusicjazz.blogspot.com.es) és el programa de jazz de la factoria Bad Music, fundat per Martí Farré i Olga Àbalos, i dirigit i presentat per Martí Farré

 

Uma forte carga de imprevisibilidade

Quem são os Chaosophy? O trio oriundo de Valência junta Josep Lluis Galiana (saxofones tenor e soprano), El Pricto (saxofone alto e piano elétrico) e Avelino Saavedra (bateria e percussão). O grupo pratica uma música assente na improvisação livre e na tradição do free jazz, pós-Albert Ayler, herdeiro direto de Peter Brötzmann: uma música incendiária sempre em alta intensidade. O espanhol Josep Lluis Galiana explica a filosofia e percurso de um grupo que promete desafiar os limites.

De Nuno Catarino

Como chegaram ao nome do grupo, Chaosophy, e o que significa?
Inspirados pelo livro “Principia Discordia”, pelo Discordianismo e pelo sagrado caos como condição natural da realidade, criámos este ensemble de improvisação livre chamado Chaosophy.

Como é que os três músicos se juntaram como trio?
Temos participado ativamente nas cenas nacionais e internacionais da improvisação livre, do jazz avant garde e da experimentação sonora. Após mais de cinco anos a tocarmos juntos e a colaborarmos, decidimos publicar aquele que foi o nosso primeiro disco como grupo. O disco “Who are these people and what do they believe in?” foi gravado a 5 de dezembro de 2017 nos Estúdios Shark em Valência. O El Pricto é natural da Venezuela, mas vive em Barcelona há dezasseis anos. Ele fundou a editora Discordian Records e é o líder da comunidade Discordiana. Eu e o Avelino Saavedra vivemos e trabalhamos em Valência e representamos a cena da música improvisada na cidade desde a década de 1990. Eu fundei a editora Liquen Records em agosto de 2016, uma nova editora que tem por objetivo divulgar música improvisada e experimental. A Liquen Records tem como objetivo levar aos ouvintes mais exigentes alguns processos criativos contemporâneos dos mais destacados artistas das cenas musicais nacional e internacional.

Poderia indicar algumas influências que foram decisivas para o desenvolvimento da sua música?
A minha música vai beber a muitas músicas. É o resultado de mais de trinta anos de estudo e exploração de diferentes géneros e estilos musicais. De uma perspetiva contemporânea até ao free jazz mais extremo, tento mover-me em águas sonoras sempre desconhecidas, imprevisíveis e absolutamente surpreendentes em cada concerto, se for possível.

Quais são os vossos planos como banda? Planeiam colaborar com músicos convidados?
Para já temos o objetivo de apresentar o nosso primeiro disco. Estamos muito satisfeitos com este trabalho e, quem sabe, talvez gravemos um novo álbum no futuro. A vida é imprevisível, absolutamente imprevisível e caótica. A coisa mais importante para nós é que gostamos de improvisar juntos!

Conhecem Lisboa, já estiveram na cidade? Conhecem a cena musical da cidade?
Gosto de Lisboa, mas só estive uma vez. Não conheço muito da cena musical particularmente da improvisação e do jazz, mas sei que é muito interessante e muito ativa.

Em Lisboa vão tocar num festival num jardim, ao ar livre. O que poderemos esperar do vosso concerto no JIGG?
Estamos muito entusiasmados por darmos a conhecer a nossa música. Sabemos que o Jazz im Goethe-Garten é um festival internacional importante para o jazz e música improvisada. A nossa música, que se move entre o jazz avant garde, a improvisação livre e a experimentação sonora, tem uma forte carga de imprevisibilidade. A música de Chaosophy é absolutamente enérgica e muito vigorosa. A nossa música move o sangue e as vísceras. O diálogo poderoso entre os saxofones liga-se à força da bateria do Saaverda. O espaço tem um papel muito importante na improvisação livre e nós vamos escutar atentamente o jardim, o público e todos os sons à nossa volta.

Para terminar, podem dar uma resposta ao título do vosso disco, “Who are these people and what do they believe in?”? (Quem são estas pessoas e em que é que elas acreditam?)
Como referi no início da entrevista, os Chaosophy e a nossa música são inspirados pelos princípios Discordianos e os nossos títulos vêm do livro “Principia Discordia”, que é uma grande colagem conceptual. “A humanidade começará a resolver seus problemas no dia em que ela deixar de se levar muito a sério. Temos que pensar mais em nós mesmos e na vida quotidiana; não em economias ou ordens superiores. Para este fim, propomos que o ser humano desenvolva o seu amor inato pela desordem”. A “Principia Discordia” diz-nos que “se conseguirmos dominar o nonsense da mesma forma que já aprendemos a dominar o sentido, então cada um irá expor o outro por aquilo que é: absurdo. A partir desse momento de iluminação, o ser humano começa a ser livre, independentemente daquilo que o rodeia. Ele torna-se livre para jogar jogos de ordem e alterá-los à vontade. Ele torna-se livre para jogar jogos de desordens, apenas porque lhe apetece. Ele torna-se livre para jogar ou para não jogar, nem um nem ambos. E como o mestre dos seus próprios jogos, ele joga sem medo e, portanto, sem frustração e, portanto, com boa vontade na sua alma e amor no seu ser “. Finalmente, “quando os seres humanos se libertarem, tornam-se livres; então a humanidade será livre e poderemos ter o conhecimento de um sábio e a sabedoria de uma criança”.

CHAOSOFY | ESPANHA

A improvisação livre e a deriva sonora são os pontos de partida deste trio de Barcelona oriundo de uma cena que urge ser conhecida e que se aplica numa música energética e vibrante via uma organização instrumental pouco ortodoxa. Dois saxofones que se desdobram & bateria são criadores de uma tensão que cimenta um discurso coletivo inconformista e subtil. El Pricto, saxofone alto, piano elétrico Fender Rhodes | Josep Lluís Galiana, saxofones tenor e soprano | Avelino Saavedra, bateria.

 

Crítica de CHAOSOPHY en la Revista polaca Trybuna Muzyki Spontanicznej

Chaosophy  Who are these people and what do they believe in? (Discordian Records/ Liquen Records, 2018)

Na początek naszej zbiorówki, przykład imponującego tempa edytorskiego. Rejestracja studyjna z początku grudnia ub.r., udostępniona światu już 5 stycznia. I to nie tylko w wersji elektronicznej, albowiem produkcja Discordian ma też wersję CD (dzięki drugiemu wydawcy; patrz: wyżej).

Hiszpańska Walencja, trzech muzyków, którzy przejęli bardzo efektowną nazwę Chaosophy: El Pricto – saksofon altowy i piano elektryczne, Josep Lluis Galiana – saksofon tenorowy i sopranowy oraz Avelino Saavedra – perkusja i … coyote call. Płyta zwie się prowokacyjnie Who are these people and what do they believe in?, składa się z pięciu utworów, które trwają 44 minuty. Muzycy dość swobodnie improwizują, a opis wydawnictwa nie sugeruje, iżby pracowali na wcześniej przygotowanym scenariuszu.

Błyskotliwa batalia na wyostrzone saksofony (Galiana po lewej, Pricto po prawej) i dynamiczny drumming w estetyce Elvina Jonesa. Free jazz pełną gębą, a nawet pełnymi tubami! Rodzaj Filozofii Chaosu? To jednak nie zawody, a raczej wielowątkowa pyskówka. Tembr altu jest bardzo zabrudzony, tenor zaś brzmi czyściej, przez co zdaje się być bardziej spolegliwy w tej bystrej improwizacji. Ognisty taniec, pełen mikro wybuchów w trakcie. Drugi fragment, niczym cisza po burzy, przynosi sonorystyczne wyciszenie, wypełnione plastrami zadumy, które lepią ujścia każdej z tub. Perkusista jest równie wyrafinowany akustycznie i dobrze buduje relacje z saksofonistami.

W trzecim odcinku do gry wchodzi electric piano i aura nagrania przyjmuje walory fussion jazzu. Gęsta, dynamiczna ekspozycja, tłusta i do tupania nogą, albo kciukiem po blacie stołu. Free fussion, oczywiście! Gdy Pricto wybija się przed szereg, jego solowe pasaże pachną kwaśnym Return to Forever. Brawo! Kolejny utwór snuje się, jak oniryczna ballada dla tych, którzy boją się inaczej. Intro piana zwinnie komentuje drummer, który przyoblekł się w szaty hippisa. Po niedługiej chwili w rękach Pricto ponownie ląduje alt. Dialog z sopranem jest odrobinę imitacyjny, potem przeradza się w somnabuliczny taniec w wysokich rejestrach. Perkusja ponownie zachęca dęciaki do bardziej energicznych zachowań i czyni to wyjątkowo skutecznie. Ostatni odcinek zaczyna się w dość umiarkowanym tempie. Silna ekspozycja tenoru, z wyrafinowanym, nieco psychodelicznym komentarzem piana, do którego – w międzyczasie – powrócił Pricto. Dynamika samego już finału dobrze reasumuje wartość całego nagrania. Sznyt eklektyzmu wpisany w kod DNA discordiańskiego wydawcy, i tu znajduje swoje odbicie! Świetna płyta!

Chaosophy ¿Quiénes son estas personas? (Discordian Records / Liquen Records, 2018)

Al comienzo de nuestra colección, un ejemplo de un ritmo editorial impresionante. Registro del estudio desde el comienzo de diciembre del año pasado, puesto a disposición del mundo el 5 de enero. Y no solo en la versión electrónica, porque la producción de Discordian también tiene una versión en CD (gracias al segundo editor, LIQUEN RECORDS).

Español-València, los tres músicos, que se hizo un nombre muy impresionante Chaosophy El Pricto – saxofón alto y piano eléctrico, Josep Lluís Galiana – tenor y soprano y Avelino Saavedra – tambores y … reclamo de coyote. El álbum se llama provocativamente “¿Quiénes son estas personas?” y consta de cinco canciones que duran 44 minutos. La música discurre bastante libremente y la descripción de la editorial no sugiere que trabajen en un escenario previamente preparado.

Una batalla brillante por saxofones tonificados (Galiana a la izquierda, Pricto a la derecha) y tambores dinámicos en la estética de Elvin Jones. Taza llena de jazz gratis, ¡e incluso tubos llenos! El tipo de filosofía del caos? Esto no es una competencia, sino un juego de fútbol con múltiples hilos. El Tembrium del alto está muy sucio, el tenor suena más limpio, lo que parece ser más confiable en esta improvisación inteligente. Danza ardiente, llena de micro explosiones en el curso. El segundo fragmento, como el silencio después de la tormenta, proporciona calma sonorista, llena de rebanadas de ensoñación que pegan las bocas de cada uno de los tubos. El baterista es igualmente refinado acústicamente y desarrolla relaciones con saxofonistas. En el tercer episodio, el piano eléctrico ingresa al juego y el aura de grabación adquiere la fusión del jazz. Exposición gruesa y dinámica, grasosa y pisando fuerte, o pulgar sobre la mesa. Fusión gratis, por supuesto! Cuando Pricto avanza, sus pasajes en solitario huelen agriamente Return to Forever. Hurra!

Otra canción está girando como una balada onírica para los que tienen miedo de lo contrario. La introducción de espuma perfora al baterista, que se ha puesto las túnicas hippies. Después de un tiempo, Pricto vuelve a aterrizar alt. El diálogo con soprano es un poco imitativo, luego se convierte en una danza somnabulic en altos registros. Drums nuevamente alienta el blues para un comportamiento más enérgico y lo hace extremadamente efectivo. El último episodio comienza a un ritmo bastante moderado. Una fuerte exposición de tenor con un comentario sofisticado y ligeramente psicodélico sobre la espuma, al cual Pricco regresó mientras tanto. La dinámica del final en sí misma resume bien el valor de toda la grabación. El eclecticismo está inscrito en el código de ADN del editor Discordian, ¡y aquí se refleja! ¡Gran CD!

Chaosophy: Who are these people and what do they believe in?. ¡Impro sin barreras!

Editan: Liquen Records y Discordian Records, Valencia, 2017. El Pricto, saxo alto y teclado; Josep Lluis Galiana, saxos soprano y tenor; Avelino Saavedra, batería.

Sin duda la instrumentación y sonoridad ayudan a que se asimile la improvisación al jazz – saxos, batería- pero también se usan los instrumentos – percusión, viento y golpeado de las zapatas de los saxos- con otra intención y otra “musicalidad”.

Son unos valientes, entran directo a “matar”: un power trío muy especial para abrir el disco: batería, saxo tenor apoyando los bajos, los graves y el saxo soprano haciendo “melodía” (atonal, claro) Eristocracy se llama…quizá el tema más jazzy de todos.

Pasan enseguida a la improvisación noisy (ruidos extraídos de los diferentes instrumentos) sin fraseado…perfecto para acompañar imágenes abstractas, muy a lo Fred Frith, para acercarse en el tercer tema a un sonido de los setenta que nos gusta mucho a los más viejos del lugar: teclado Rodhes, batería y saxo a lo Soft Machine, supongo que sobre un acuerdo de “sonoridad” y a improvisar, claro, hay que saber mucha armonía para que eso “suene”…y suena! Sobrecogedor título: If you can´t be right at least be loud. El cierre con ruido de cristales (¿) le da un ambiente muy especial, una gran sensación de compuesto-ensayado…para romper incluso el molde de la impro total, resolviendo este magnífico disco en la onda más expresionista, percusiva y atonal posible, con un interplay muy fuerte de los dos saxos improvisando sobre un fondo de batería en “the only truth…”

Exhibición de sonoridades y ruidos posibles con los saxos tenor y soprano en el tema final…juegan aquí con todos los órganos de fonación posibles…estómago, esófago, garganta, boca…el propio tubo del saxo…el maestro Josep Lluis es el responsable (músico, escritor y divulgador de las excelencias de la creatividad y la improvisación en cursos, talleres, charlas y libros) sobre fondo de teclado – atonal, puro Cecil Taylor- y una más que eficaz batería.

Entiendo que no es una opción mayoritaria en la música actual – ya sea jazz o música contemporánea- pero es uno de los caminos que se están empezando a transitar por, cada día, más aficionados y como poco exige visibilidad y reconocimiento. Calidad le sobra y en muchos casos tiene una vertiente “performativa” que ayuda a entrar en sonoridades desconocidas en los directos.

Muy recomendable para quienes ya transitamos estos senderos y también para aquellos que quieran arriesgar un poco desde el jazz, el rock experimental o la música contemporánea. Deseando verles en acción.